Luiz Eduardo Uberti São Thiago
Biólogo e Advogado, Consultor Técnico e Jurídico e Meio Ambiente
Atua desde 2004 com consultoria e assessoria ambiental, integrando conhecimento técnico e jurídico para apoiar empreendimentos na conformidade legal e na sustentabilidade de suas operações.
Possui ampla experiência em licenciamento ambiental, áreas contaminadas, emissões atmosféricas, mudanças climáticas e governança ambiental nos setores público e privado.

O capítulo contribui para o livro ao mostrar que felicidade no trabalho depende da integração entre saúde mental, ambiente físico e cultura organizacional. Traz uma reflexão para empresas e indivíduos sobre escolhas que impactam bem-estar e sustentabilidade. A proposta revela que sustentabilidade verdadeira não é somente pensar para fora, nasce quando há atenção e cuidado do espaço de trabalho como meio de regeneração do corpo e mente, inspirando uma vida mais equilibrada e humana.
Luiz Eduardo Uberti São Thiago
Sobre Luiz Eduardo Uberti São Thiago
Atua desde 2004 com consultoria e assessoria ambiental, integrando conhecimento técnico e jurídico para apoiar empreendimentos na conformidade legal e na sustentabilidade de suas operações. Tem ampla experiência em licenciamento ambiental de atividades industriais e não industriais, além de projetos voltados a áreas contaminadas, emissões atmosféricas e mudanças climáticas.
Sua trajetória inclui passagens pelo setor público e privado, sempre com foco em soluções práticas, diálogo com órgãos reguladores e desenvolvimento de estratégias ambientais eficazes. Atualmente, atua como consultor técnico e jurídico, contribuindo para o fortalecimento da governança ambiental em diversos setores produtivos.
Tema do Capítulo
Conexão entre corpo, mente e ambiente de trabalho: foco no meio ambiente físico e sustentável
Coescrito com Alan Andrade Lôbo
Este capítulo propõe uma releitura da sustentabilidade organizacional a partir da relação entre corpo, mente e ambiente. Os autores Alan Lôbo e Luiz Eduardo mostram que o espaço físico, luz, ergonomia, qualidade do ar, estética e fluxos revelam valores culturais tão profundamente quanto relatórios ESG. Ao integrar ambiente, relações, ética e propósito, os autores defendem que felicidade organizacional nasce quando o cuidado com as pessoas e com o planeta se torna prática cotidiana, não discurso.
Mais que cumprir leis e normas, é preciso cultivar uma cultura que regenere pessoas e planeta, simultaneamente.
